Vacinação contra a gripe inicia em 5 de maio

A campanha de vacinação contra a gripe começa no próximo dia 5 de maio. Assim como no ano passado, o público alvo será todas as pessoas acima dos 60 anos, as gestantes (em qualquer período), crianças entre os seis meses a menores de 2 anos, indígenas aldeados e trabalhadores de saúde de unidades que fazem atendimento de casos de influenza.

A dose protege contra três tipos do vírus Influenza, entre eles o H1N1 e outros dois tipos de gripe sazonal. O Governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual da Saúde, trabalha para garantir que, no total, 1,9 milhão de pessoas sejam imunizadas – aproximadamente 1,4 milhão de idosos, 128 mil gestantes, 202,7 mil crianças, 19,6 mil indígenas e 137,7 mil trabalhadores de saúde. A meta é vacinar pelo menos 80% da população de cada grupo.

A vacina estará disponível nos postos especificados pelas Secretarias municipais até o término da vacinação, no dia 25 de maio. Na largada da campanha acontecerá o Dia D, quando haverá uma mobilização especial com pontos extras de vacinação.

As crianças com idade entre 6 meses e menores de 2 anos receberão a vacina da influenza em duas doses, com 30 dias de intervalo. Aquelas que já receberam anteriormente, mesmo que com esquema incompleto, tomam apenas uma dose.

A vacina da influenza é composta de vírus mortos, ou seja, que não há risco de causar a doença. De acordo com o Programa Estadual de Imunizações, as contra-indicações são apenas para aquelas pessoas com reações alérgicas à ingestão de ovo ou a qualquer outro componente da vacina.

Desde 1999, quando começaram as campanhas nacionais de vacinação do idoso, utiliza-se a vacina sazonal trivalente. A composição da vacina, para os hemisférios Sul e Norte, é determinada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) via monitoramento das cepas circulantes em todo o mundo e da identificação das mais prevalentes.

A vacinação se mostrou amplamente eficaz no controle do vírus da gripe A (H1N1). Após a pandemia de 2009, quando foram contabilizados mais de 3,5 mil casos e 297 óbitos, a campanha do ano seguinte – na época específica para a H1N1 – evitou que fossem registrados novos casos. Em 2011, uma segunda onda foi registrada, mas com menor impacto, isso em virtude da maior proteção da população. Foram 104 casos confirmados, sendo que 15 deles evoluíram para óbito.

Fonte: Secretaria Estadual de Saúde

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