Rede social para surfistas gays quer acabar com o preconceito

Thomas C. passou a adolescência tentando esconder a homossexualidade. Na escola e, principalmente, na praia, temia perder amigos e até mesmo ser vítima de violência. Depois de 15 anos viajando o mundo, o francês, em uma onda de coragem, criou a primeira rede social exclusiva para surfistas gays. Fundado em fevereiro do ano passado, o “Gay Surfers” tem hoje mais de três mil usuários, de 80 países. No Brasil são 290 usuários, por enquanto.

Entre os planos do fundador estão organizar campeonatos e patrocinar um atleta. Segundo ele, não se trata de um site de paqueras ou pornografia.

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