Criminalizar a homofobia é a melhor estratégia?

Nesta terça-feira, 25, o coordenador jurídico do SOMOS, Bernardo Amorim, ao lado da colaboradora do Conselho Regional de Psicologia do Rio de Janeiro, a psicóloga Beatriz Dura, e da psicóloga professora da Uniritter, Raquel Silveira, participa do debate “Criminalizar a homofobia é a melhor estratégia?”

Não é novidade que pessoas do mesmo sexo mantêm as mais diversificadas relações: amorosas, sexuais, de companheirismo e amizade. Contudo, a livre expressão da sexualidade está longe de ser uma realidade. A violência, motivada pela intolerância, é ainda parte do nosso cotidiano. Surpreende constatar que as inúmeras mortes violentas da população LGBT não geram qualquer comoção ou debate na grande mídia.

Diante deste cenário o movimento social organizado luta pela criminalização da homofobia por meio do projeto de lei da câmara dos deputados nº122/2006.

Sabemos que a questão é complexa, pois está diretamente relacionada a questões culturais e jurídicas. Se por um lado, não podemos negligenciar a violência a que a população LGBT vem sendo submetida, por outro precisamos atentar para a forma como queremos combater a violência considerando que o sistema penal é outro dispositivo gerador de violências, sobretudo da forma seletiva como opera no Brasil. Tomando a necessidade de amplificar o debate perguntamos: A criminalização da homofobia é a melhor estratégia para diminuir a violência?

Psicólogos, militantes de Direitos Humanos e agentes públicos envolvidos com a temática estão convidados a participar do debate. Informações (51) 3334.6799.

 

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