Bahia sedia Encontro Nacional sobre Hepatites Virais

Será realizado entre os dias 25 e 26 de novembro, em salvador, Bahia, o  I  Encontro Nacional Sobre Hepatites Virais. O evento ocorrerá no Hotel Vila Velha (Corredor da Vitória) sob a coordenação do GLICH – Grupo Liberdade Igualdade e Cidadania Homossexual, em parceira com o Departamento Nacional de DST/AIDS e Hepatites Virais e a Coordenação Estadual de DST/AIDS da Bahia.
O evento tem como objetivo trazer à luz da discussão os problemas que envolvem as hepatites virais, suas formas de transmissão, prevenção e tratamento, assim como, instrumentalizar as Organizações da Sociedade Civil que militam no campo da prevenção as DST/AIDS, visando formar uma rede de prevenção as hepatites virias e proteção as pessoas acometidas por esta doença.

A hepatite é uma das doenças de maior incidência no mundo.

Cerca de 500 milhões de pessoas em todo o mundo estão atualmente infectadas com o vírus da hepatite B ou C. Isto é 10 vezes mais do que o número de pessoas infectadas com o vírus HIV/AIDS.

As hepatites B e C matam 1,5 milhões de pessoas por ano, A hepatite é atualmente uma das doenças de maior incidência no mundo. Por isso, dia 19 de maio é o dia da luta contra este problema. “Essa doença consiste na inflamação do fígado, de maneira que compromete suas funções e provoca algumas anormalidades”, afirma Paulo Abrão Ferreira, coordenador do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar do Hospital Bandeirantes, do Grupo Saúde Bandeirantes, em São Paulo, e do ambulatório de infectologia da UNIFESP. (fonte Net)

Entre as anormalidades, destaque para a icterícia, que é o acúmulo de bilirrubina – pigmento esverdeado usado pelo fígado para produzir bile e ajudar na digestão de gorduras e funcionamento do intestino –, o qual faz com que a pele e as mucosas fiquem amareladas. Assim, quando a pessoa está com hepatite ocorre uma dificuldade de metabolização e eliminação da bile para o intestino.

A hepatite C, considerada pela Organização Mundial de Saúde o maior problema de saúde pública, é a responsável pela maioria dos transplantes hepáticos, já que estima-se que 3% da população mundial esteja contaminada, atingindo níveis dez vezes maiores no continente africano. Essa transmissão, que ocorre mais facilmente do que a AIDS, geralmente acontece através de acidentes profissionais, transfusão de sangue e injeção compartilhada de drogas ilícitas de pessoas que têm o sangue ou secreção contaminados pelo vírus HCV.

Técnicos, Médicos e ativistas estarão debatendo em mesas redondas a realidade brasileira das Hepatites virais e promovendo a visibilidade dos programas e ações desenvolvidas para a prevenção e tratamento desta doença em nosso país.

O objetivo geral e que ao final do evento forme-se uma Rede Social de Prevenção e Tratamento as Hepatites Virias e que as Organizações da Sociedade Civil Organizada estejam instrumentalizadas para o enfretamento desta doença.

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