Casal de lésbicas são convidadas a deixar Museu por estarem de mãos dadas

Obras de Gertrude Stein estão no museu
Um casal de lésbicas estava apreciando uma exposição de arte no Museu Contemporâneo Judeu (CJM), de São Francisco no último fim de semana, quando foram abordadas por um segurança do museu que disse que elas deveriam sair – porque estavam de mãos dadas.
O guarda afirmou que as mulheres não tinham permissão para andar de mãos dadas dentro do museu. Quando elas começaram a discutir com ele, ele tentou colocá-las para fora.
As mulheres se recusaram e pediram para ver o chefe da segurança, enquanto uma multidão de pessoas indignadas se formaram para assistir a briga. O chefe de segurança se reuniu com as mulheres e imediatamente retirou o guarda de plantão. De acordo com Daryl Carr, diretor de Marketing e Comunicações.do museu.
Ironicamente, as mulheres foram conferir o trabalho da famosa artista lésbica Gertrude Stein.
“O guarda não era um empregado do museu, mas ocupava uma vaga temporária e era oriundo de uma empresa privada de segurança contratada pela instituição devido à falta de pessoal”, disse Connie Wolf, diretora do museu. Ela disse que a empresa não será autorizada a trabalhar no museu de novo.
“Por favor, deixe-me ser absolutamente clara, pois o CJM tem uma política de tolerância zero a qualquer tipo de palavra preconceituosa ou racista ou ação relacionada aos visitantes CJM”, escreveu ela. “O Museu tem se destacado como um lugar acolhedor, onde os visitantes, independentemente das suas origens, pode se conectar uns com os outros através do diálogo e troca de experiências com as artes. Nós informamos à empresa que o tipo de comportamento exibido pelo guarda é contrário à política do CJM e é inaceitável”, concluiu Connie-Wolff.
Da redação com informações do The Huffington Post, de San Francisco

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