Falta de kits para medir carga de HIV faz governo restringir exame em todo o país

O Ministério da Saúde passou a restringir em todo o país o chamado exame de carga viral, que mede a carga de HIV no sangue e pode mostrar, por exemplo, se o tratamento está funcionando.
 

Nos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro, por exemplo, há relatos de que o sangue está sendo colhido, mas congelado para fazer o exame depois. Em Porto Alegre eles nem estavam colhendo, como afirmou um usuário ao Grupo SOMOS Comunicação, Saúde e Sexualidade. 
A assessoria de imprensa do SOMOS ligou para LACEN, mas eles negaram que isso tivesse acontecendo.
Na última semana, o ministério divulgou uma nota técnica criando dois grupos prioritários de teste: gestantes infectadas pelo HIV e crianças. Os pacientes fora do grupo de prioridade devem fazer o exame quando os estoques forem regularizados.
A falta do kit começou quando o ministério resolveu implantar um teste para carga viral em tempo real. Em maio, a pasta deu início a um processo de licitação, que acabou atrasando -um dos participantes questionou o processo. Agora, o governo terá de fazer uma compra emergencial de mais kits.
Da Redação a partir de informações da Folha de S.Paulo

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