Em Brasília, empresa impede transexual de utilizar nome feminino no crachá de identificação

Foto: reprodução/arquivo pessoalRoberta Nunes , tem 30 anos, é física, tem especialização em engenharia e já trabalhou em duas grandes empresas de telecomunicações. Mas ainda sobre preconceito no mercado de trabalho por ser transexual – ela utilizou crachá de identificação em branco por três anos, na empresa em que trabalha, por não poder utilizar o nome feminino.

Inicialmente, a empresa na qual Roberta trabalha, a Claro, aceitou a utilização do nome feminino, mas depois o departamento de Recursos humanos da instituição voltou atrás na decisão e pediu que o nome masculino também estivesse escrito no crachá. Mas como ela não aceitou, deram o crachá em branco. Apesar do caso, a Claro disse que respeita a diversidade sexual dos funcionários.

Na última semana, Roberta se submeteu a uma cirurgia para mudança de sexo. A cirurgia custou cerca de R$ 30 mil. A física não aguentou esperar muito na fila de espera do SUS.

Fonte: Alô

 

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