CD de Maria Rita terá regravações de Caetano, Rita Lee, Djavan e Chico

O novo CD de Maria Rita, Elo, que chega às lojas no final de setembro, vai trazer, entre músicas inéditas, regravações de grandes compositores brasileiros, como “Menino do Rio” (Caetano Veloso), que foi sucesso na voz de Baby Consuelo (atualmente, do Brasil), no começo da década de 80. “A história de Lilly Braun”, de Chico Buarque e Edu Lobo, que vez ou outra aparecia no repertório dos shows da cantora, também foi registrada nesse novo trabalho.

Maria Rita – que é a produtora do CD- ainda escolheu “Nem um dia”, de Djavan, e “Só de você”, de Rita Lee. As duas músicas já vinham sendo cantadas por Maria Rita em um “show sem nome”, que cumpria turnê desde metade de 2010. Há também “A outra”, canção de Marcelo Camelo lançada pelo grupo Los Hermanos em 2003.

De inéditas, Maria Rita lança “Pra matar meu coração” (Pedro Baby/Daniel Jobim), um samba mais cool que foi escolhido para ser o primeiro single do CD. De Davi Moraes – apontado como seu novo namorado – a cantora escolheu “Coração a batucar”, ela apresentou no programa Som e Areia, comandado por Davi no canal Multishow.

“Perfeitamente” (Fred Martins e Francisco Bosco) e “Conceição dos Coqueiros” (Lula Queiroga, Lulu Oliveira e Alexandre Bicudo) também soarão como novas, apesar de já estarem no “show sem nome”. Para finalizar, “Santana” (Junio Barreto e João Carlos Araújo), já gravada por Gal Costa, e “Coração em Desalinho” (Mauro Diniz e Ratinho), gravada anteriormente para a novela Insensato Coração, da TV Globo.

Elo é o quarto CD de Maria Rita. Seu trabalho de estreia, Maria Rita, produzido por Tom Capone, foi lançado em 2003 e resultou em sucessos como “Cara valente”, “A festa”, “Encontros e despedidas” e “Pagu”. Em 2005, com produção de Lenine, a cantora lançou Segundo, com músicas de Marcelo Carmelo, Moska e Rodrigo Maranhão. Samba meu, de 2007, foi dedicado ao samba. A turnê desse disco durou cerca de três anos. Maria Rita também acumula participações em trabalhos de Milton Nascimento, Gilberto Gil, Ed Motta, O Rappa e Fabiana Cozza

Fonte: Revista Época

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