África do Sul "Pare o estupro corretivo"

Reprodução.

Está rolando na internet uma petição contra o estupro corretivo na África. Nunca ouviu falar disso? Então vamos explicar. O estupro corretivo é uma forma de “tentativa de cura” do lesbianismo aplicado na África. Você não leu errado, é exatamente essa a mentalidade motivadora do ato de “curar”. Um ou mais homens estupram mulheres lésbicas, ou que pareçam lésbicas (qual o parâmetro aqui? Como eles sabem quem é ou não homossexual? Talvez seja pura crueldade.) com o intuito de curá-las de sua homossexualidade.

No ano passado Millicent Gaika foi atacada, estrangulada e estuprada durante cinco horas por um homem que a amarrou alegando que iria curá-la do lesbianismo. Em 2008, um dos casos que mais chocou o mundo foi o de Eudy Simelane, uma mulher membro da equipa nacional de futebol da África do Sul e uma representante LGBT ativista dos direitos humanos na África do Sul, que foram estupradas e assassinadas em KwaThema, Gauteng.

Ativistas sul-africanas corajosas estão lutando para que essa situação acabe antes que haja mais mortes, o apelo ao Ministro da Justiça repercutiu de tal forma que já foram coletadas 140.000 assinaturas tornando obrigatório o pronunciamento do governo.

A ideia é que o caso de Millicent sirva de exemplo para acabar com essa crueldade, embora tenha se tornado uma crise no país, é possível ajudar na busca por direitos humanos assinando a petição que circula online que será posteriormente encaminhada ao presidente Zuma e ao Ministro da Justiça sul-africana.


Assine a petição clicando aqui. 

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